Programação Janeiro/Março 2026
Projeto Portão
Com Mari Monteiro
Na retomada das atividades do Espaço Cultural Wynara a artista Mari Monteiro realiza uma live painting no portão de acesso do espaço, utilizando técnicas de calligraffiti.


Paulo Pino, artista plástico paulista, viveu em Bauru na década de 1980, antes de residir em Londres e na Itália, para depois se estabelecer em São Paulo. Autodidata, desde 1996 explora colagens tridimensionais com papel e pigmentos diversos sobre tela. Participou de salões no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo (1997/98), de mostras coletivas no Galpão das Artes (São Paulo, 1997), na Casa dos Correios (Rio de Janeiro, 1998 e 2023), na Habemus Artem (exposição virtual): Arte sem fronteiras (Lisboa, 2021), no Carrousel do Louvre (Paris, 2023), na Expo Art (São Paulo, 2023), no Festival Art (Osaka, 2024), na Bella Bienial (Helsinki, 2024), na Encert Art (Varkaus, Finlândia, 2024) e na Art Expo Lisbon (Lisboa, 2025). Realizou mostras individuais na Mont Serrat Gallery (Nova York, 1997), na Ars Longa Gallery (Helsinki, 2023) e na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - ALESP (São Paulo, 2024). Desde 2025, vive e trabalha em Bauru, onde idealizou o Espaço Cultural Wynara, do qual é diretor artístico.


Ronaldo Gifalli – GIFA é artista visual e ceramista com formação em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista UNESP/ Bauru e Mestrado em Design pela mesma Universidade. Participa de exposições individuais e coletivas desde 1986. É membro da Associação dos artistas plásticos de São Paulo SP. Suas principais exposições aconteceram no Centro Cultural São Paulo; SESC Bauru SP; Assembleia Legislativa de São Paulo SP; Museu de Arte Contemporânea MAC em Botucatu SP; Galeria Franshini - Porto, Portugal; Puerto de las Artes de La Rábida, Espanha; Centro Cultural dos Correios, São Paulo SP; Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu SP; Espaço Cultural dos Correios, Niterói RJ, Pinacoteca Municipal de Bauru SP, Jardim Botânico Municipal de Bauru SP, entre outras. Em 2014 organizou o Studio Cerâmica e desenvolve projetos autorais.
Domingo, 11 de janeiro, a partir das 10h
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Janeiro


Oficina "Fantoches"
Com Paulo Pino
Fantoches são bonecos manipulados por pessoas para contar histórias, brincar ou ensinar, e podem ser uma ferramenta pedagógica poderosa para desenvolver a linguagem, criatividade e socialização infantil, além de empregar técnicas artísticas diversificadas. A oficina apresenta aos participantes técnicas básicas de construção de fantoches com materiais de uso cotidiano.
Sábado, 17 de janeiro, 15h
20 vagas (por ordem de chegada) - Atividade voltada prioritariamente ao público infanto-juvenil
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Oficina "Ornamental"
Com Marilia Vasconcellos
A oficina resgata antigas técnicas de ornamentos utilizados em fachadas arquitetônicas, utilizando métodos contemporâneos na fabricação e manuseio de massa. A técnica poderá ser aplicada na criação de murais em alto e baixo relevo. Os participantes serão convidados a criar as suas próprias placas decorativas ornamentais, adquirindo conhecimento e técnicas básicas de modelagem em relevo, texturas florais e ornamentos.
Marilia Vasconcellos é artista plástica site specific e fotógrafa profissional (formada em Fotografia pela Faculdade Senac de Comunicação e Artes) especializada em retrato e arquitetura. Em constante pesquisa e com a utilização livre de técnicas tradicionais à contemporâneas, sua trajetória se marca por processos experimentais e híbridos, tendo recebido sete prêmios junto a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, realizado exposições individuais e coletivas pelo Brasil e integrado exposições internacionais itinerantes pela América do Sul e Europa (Argentina, Viena, Grécia, Portugal, Espanha, França e Itália). Como artista plástica participou das residências artísticas "Fósseis Urbanos" (Bauru, Proac 2024), “Em residência: Bauru” (Proac 2021), Organicidades (Franco da Rocha, 2019), Soy loco por ti Juquery (São Paulo, 2018). Entre os projetos internacionais participou como fotógrafa e co-criadora do projeto site-specific “4 Aces” no Hofburg em Viena em parceria com a Ars Electronica. Produziu pelo Inflexos Transcorpo três peças sonoras apresentadas em duas edições do IN-SONORA em Madrid no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia e La Casa Encendida. Expôs no ATHENS Video Art Festival e no 27th Festival Les Instants Vidéo: For a free circulation of bodies and desires.
Sábado, 24 de janeiro, 15h
20 vagas (por ordem de chegada)
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).


Oficina "Monotipia"
Com Mateus Faria
A partir da observação de elementos do cotidiano da casa brasileira, a oficina propõe a resignificação de objetos comuns por meio da técnica da monotipia. Itens como plantas, frutas, brinquedos, utensílios de cozinha e prendedores de roupa são retirados de seu uso habitual e transformados em instrumentos de criação artística. As impressões resultantes podem compor quadros ou ecobags personalizados, estimulando a experimentação, o olhar sensível e a criatividade. A atividade é livre e aberta a todos os públicos.
Mateus Faria, de 30 anos, é músico, gravurista, artista de rua e educador, nascido e criado na cidade de Bauru. Sua arte aborda temas como sinestesia sensibilidade humana e resignificações contemporâneas. Utiliza uma variedade de métodos, incluindo serigrafia, cianotipia, spray e estêncil, entre outros. É também co-fundador e oficineiro do ateliê e coletivo Sobrado Amarelo em conjunto com os artistas João Risuenho e Lucio Nascimento. Atualmente participa de exposições e ministra oficinas, além do constante trabalho gráfico de gravura e arte urbana.


Sábado, 31 de janeiro, 15h
20 vagas (por ordem de chegada)
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
"Meditação Ishaya - Curso de Primeira Esfera"
Venha passar um fim de semana relaxante para você se reconectar e encontrar uma forma de acessar paz para além dos seus pensamentos e emoções.
É sim possível viver em mais paz e você merece isso… Essa meditação é para todos que acham que não conseguem meditar mas que adorariam conseguir, pois é fácil, gentil e não postural.
Mais informações sobre meditação Ishaya no site The Bright Patch
Para detalhes sobre o curso (metodologia, investimento e formas de pagamento) solicitamos o contato direto com a ministrante, Lairana Muktidaya, pelo Whatsapp +55 19 98880-9999.
O Espaço Cultural Wynara disponibilizará aos interessados nos dias 07 e 08 de fevereiro, mediante reserva prévia até 04 de fevereiro, um cardápio de almoço. Para efetuar sua reserva do serviço, clique AQUI.
Fevereiro
Sexta, 06 de fevereiro, das 19h30 às 22h
Sábado e Domingo, 07 e 08 de fevereiro das 10 às 17h
Vagas: 10 (mínimo de 5 inscritos)
Inscrições antecipadas: até 04 de fevereiro
Oficinas Wynara
Janeiro é mês de férias escolares e uma ótima período para apresentar à crianças e adolescentes, de forma lúdica, técnicas artísticas diversas. Voltadas ao público acima de seis (06) anos, as oficinas gratuitas Wynará oferecem aos interessados oportunidades para o contato com diversas técnicas artísticas. Cada atividade recebe até vinte (20) participantes por ordem de chegada.
Workshop
"Processo criativo em cerâmica"
Com Ronaldo Gifa
O workshop apresenta processos básicos de modelagem em cerâmica, com recortes e colagens, utilizando a técnica do pinch pot, uma forma de modelagem cerâmica que envolve pressionar o barro com os dedos para formar um recipiente. Ao usar o polegar e os dedos para beliscar o barro, os ceramistas conseguem criar formas básicas de tigelas, vasos ou copos. Essa técnica é considerada uma das mais antigas na história da cerâmica, mas continua sendo popular devido à sua simplicidade e capacidade de produzir resultados impressionantes.
Sábado, 21 de fevereiro, 10h
20 vagas (por ordem de chegada)
Público: acima de 15 anos
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Literatura
"O que há de poético no gesto educativo e que há de educativo no gesto poético?"
Com Túlio Stafuzza e Tarik Fraig
Um educador e um poeta se encontram no espaço Wynara em busca de investigar uma mesma questão: o que há de poético no gesto educativo e o que há de educativo no gesto poético? Através do lançamento de seus livros - Mil flores ao afora, filosofia da educação no séc XXI (edição independente) de Tarik Fraig e Verde Violeta de Túlio Stafuzza (editora Urutau) - os autores propõem um diálogo entre essas duas antiquíssimas e urgentes artes do encontro.
Lançamento de livros
“Verde violeta", de Túlio Stafuzza, Editora Urutau
Esse livro nada mais é do que a tentativa, um bocado frustrada, de separar o joio do trigo, a primavera do outono, dizer aqui acaba o medo e aqui começa a imensidão. A violeta não é um girassol, tampouco um cravo amarelado. Sabemos que são inúmeras as dificuldades que essa tarefa impõe. Ainda mais quando nunca se viu um grão de joio.
“Mil flores ao afora - filosofia da educação no século XXI", de Tarik Fraig, edição independente
"Mil Flores ao Afora" é, antes de tudo, uma ode, um elogio à educação. Entre análises críticas, políticas e filosóficas sobre o estado atual do mundo educativo e sua história, pulsa um fascínio por essa prática ancestral. O livro apresenta a educação não pela sua função social ou econômica, mas pelas transformações que realiza naqueles que atravessa. A educação é a testemunha privilegiada do inevitável entrelace entre nossas vidas.
Túlio Stafuzza nasceu em abril de 1988 em São José do Rio Preto no interior de São Paulo. Lançou três livros pela editora Urutau - Livro dos Pássaros [2018] e Quanto de mim é uma nuvem [2024], Verde violeta [2026] - além de co-assinar o livro Kena lançado pela editora Rima [2020]. Atualmente, trabalha também com produção e curadoria de exposições na área de artes visuais.
Tarik Fraig é escritor, educador e pesquisador. Licenciado em História e Mestre em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atualmente doutorando em Filosofia da Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É autor de Aspros – Crônicas de um espírito livre e Ver por si mesmo: seis lições sobre a educação da sensibilidade. Interessado na construção de comunidades de aprendizagem que coloquem em circulação a potência comum da inteligência.


Sábado, 21 de fevereiro, 20h
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Exposição
"Calligraffiti: a escrita como gesto de resistência e liberdade"
Mari Monteiro
Curadoria: Marcelo Bressanin
A mostra “Calligraffiti: a escrita como gesto de resistência e liberdade” apresenta trabalhos que investigam a escrita para além da palavra. No cruzamento entre caligrafia e graffiti, a letra é desconstruída, tensionada e transformada em gesto, ritmo e matéria visual.






Mari Monteiro é uma artista visual LGBTQIAPN+ que atua no graffiti desde 2015, trabalha com um estilo marcado pela fusão entre caligrafia e abstração — o calligraffiti. Sua produção se destaca pelo uso de formas orgânicas, cores vibrantes e efeitos de sombra e profundidade, criando composições que convidam o espectador a acessar paisagens imaginárias e sensoriais. Por meio da desconstrução de letras e palavras, Mari propõe uma experiência visual que dialoga com o inconsciente, resgatando o lúdico e provocando novas leituras sobre a escrita e seus sentidos. Participou de festivais e ações em diversas regiões do Brasil e também em países como Chile, Peru, Colômbia, Argentina e Cuba. Mari é também uma das organizadoras do Projeto Grafitar, iniciativa voltada à formação e fortalecimento de mulheres na arte urbana, oferecendo oficinas, workshops e vivências que promovem o acesso e a representatividade no graffiti.


Abertura
Quinta, 26 de fevereiro, 19h
Visitação: até 28 de março (Sábado)
De terças a sextas-feiras, das 14 às 20h
Sábados e domingos: das 10 às 20h
Sábado, 28 de março, 16h: visita guiada com a artista
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Happy art hour
Com Mari Monteiro
Em um encontro com o público, a artista fala sobre sua carreira, seus processos criativos e as obras apresentadas na exposição em cartaz.
Sábado, 28 de fevereiro, 16h
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Março
Workshop Comida é Arte
"Não conte ao camponês o quão bom é o queijo com pera”
Com Milton Rizzato e Paulo Pino
A primeira edição do workshop Comida é Arte é baseada no livro "Il formaggio com le pere: la storia di un proverbio", de Massimo Montanari, professor da Universidade de Bolonha, na Itália. Inédita no Brasil, a obra investiga a origem e o significado cultural do famoso provérbio “Não conte ao camponês o quão bom é o queijo com pera”. Apreciada desde a Idade Média pelas elites, esta combinação tornou-se símbolo de distinção e exclusividade, marcando a separação entre nobres e camponeses. Uma experiência sensorial única: durante e após o workshop serão servidos aos participantes entrada, prato principal e sobremesa, acompanhados de vinho branco, em um cardápio inspirado no tema do livro.
Milton Rizzato é jornalista formado pela Unesp/Bauru, assessor de imprensa, cozinheiro profissional formado pelo Senac/Campos do Jordão e ex-aluno do curso de História e Cultura da Alimentação da Universidade de Barcelona (Espanha), feito em conjunto com as universidades de Bolonha (Itália) e Tours (França).


Domingo, 01 de março, 10h
20 vagas
Para mais informações e inscrições (até 25 de fevereiro) clique AQUI!.
Curso
"Processos criativos em cerâmica"
Com Ronaldo Gifa
O curso, com seis (06) encontros, permite que os participantes experimentem técnicas manuais básicas em cerâmica, para a construção de diferentes objetos decorativos ou utilitários, incluindo esmaltação.
Dias 05, 12, 19 e 26.03 e 09 e 16.04 (Quintas-feiras, das 19h30 às 22h)
06 vagas (idade mínima de 15 anos)
Para mais informações e inscrições (até 04 de março) cliquei AQUI.
Happy art hour
Com Adriana rocha
Nesta edição do Happy Art Hour, Adriana Rocha comenta com os participantes o processo de criação de sua última mostra individual. Segundo a artista: “depois de uma viagem descendo o rio Amazonas e entrando pelo Tapajós, impactada pelo contraste absurdo entre a beleza que me circundava e as várias formas de destruição igualmente presentes, produzi uma série de pinturas e desenhos, com a intenção de trazer fragmentos da realidade Amazônica. Essa produção, que durou todo o ano de 2025, me trouxe várias questões que considero extremamente relevantes. Questões que tratam do lugar que queremos ocupar como artistas no mundo, assim como o lugar que queremos dar à arte que produzimos. Acredito na importância desse debate e na necessidade sempre maior de pautarmos tal assunto que envolve o futuro de toda a humanidade”.
Adriana nasceu e vive em São Paulo, onde se formou em Artes Plásticas, pela Fundação Armando Álvares Penteado na década de 1980, iniciando logo em seguida sua trajetória artística. Sua produção lida com a questão do Tempo e da Memória. Através de pinturas e desenhos, explora os vestígios deixados por tal passagem. A interferência que faz muitas vezes sobre imagens impressas, cria uma prática mestiça e evidencia a artificialidade de sua constituição como paisagem, evidenciando sua construção como metáfora. Em paralelo à sua atividade em ateliê, desenvolveu por mais de 15 anos projetos de ilustração editorial, assim como projetos gráficos para teatro. Traz em seu currículo dezenas de exposições coletivas e individuais, feiras e salões, no Brasil e no exterior. Autora dos livros “Pós-Modernidade, ruptura ou revisão?” e “Vila Aparecida, o caminho de uma comunidade”, ambos pela Editora Cidade Nova. É uma das idealizadoras do coletivo Paina_processos em arte contemporânea.


Sábado, 07 de março, 16h
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Projeto
"Sons de Bauru" - Estação de escuta e instalação sonora espacializada
Com Bruno Bergamo
Participação de Marcelo Bressanin
Sons de Bauru é uma biblioteca de áudio das paisagens sonoras da cidade. São ambiências sonoras de lugares e eventos que caracterizam Bauru e seus munícipes, tais como o Parque Vitória Régia que é o nosso cartão postal, o Rio Bauru que leva o nome da cidade, até um jogo do Noroeste Futebol Clube. O projeto é um acervo sonoro da cidade, um documento histórico-social-cultural de Bauru. Viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, Sons de Bauru pode ser livremente escutado e gratuitamente baixado nas principais plataformas de streaming: ouça AQUI!
Nesta apresentação do projeto, além de uma estação de escuta para a plataforma online, o público poderá ouvir parte dos conteúdos do projeto por meio de um sistema sonoro espacializado.
Sócio fundador do Estúdio Fita de Bauru-SP. Em 2025 co-dirigiu o curta-metragem O Figurante Nacional, ganhador dos prêmios de Melhor Filme e Júri Popular do 6° Filma Bauru e Melhor Filme da Mostra Curta Bauru. Criador do Sons de Bauru, uma biblioteca de som das paisagens sonoras da cidade de Bauru. Como técnico de som direto e sound designer assina mais de 50 obras audiovisuais. Em 2013 conquistou o prêmio de melhor som no 46o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro pelo curta-metragem Sylvia.


Marcelo Bressanin atua como artista conceitual e dedica suas pesquisas à arte sonora e a suas relações com outras linguagens. Participou dos programas de residência artística Em Residência: Bauru (Bauru, 2020), Organicidades (Franco da Rocha, 2019), Toda la teoria del universo (Chile, out/nov 2018), Soy loco por ti Juquery (São Paulo, junho/2018), La Ira de Dios (Buenos Aires), Residência de Criação TSONAMI de Arte Sonora (Chile, nov/dez 2017), Obras em construção (Casa das Caldeiras, São Paulo, 2017) e Rural Scapes (2015). É doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologia na FAAC Unesp - Bauru.


Sábado, 15 de março, das 14 às 20h
Às 19h os artistas participarão de uma conversa com o público sobre o projeto
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Batalha de artes
Um encontro no qual três artistas - Cisco, João Risu e Zé Otavio - são desafiados a produzir ao vivo, ao longo de 30 minutos, uma obra inédita. Após uma consulta ao público presente, o artista mais votado é convidado a integrar o calendário de exposições do Wynara, com uma mostra individual.
Klauber Augusto, conhecido no graffiti como Cisco, é grafiteiro atuante na cidade de Bauru desde 2014. Artista autodidata, construiu sua trajetória a partir da vivência nas ruas, desenvolvendo uma linguagem visual própria, marcada pelo uso expressivo de cores e pela conexão direta com o território urbano. Já participou de vários eventos tais como,Semana do Hip-hop, Quilombo Grove, Inspire-se, Perusferia (Perus-SP), Acesso Popular, Graffiti na Sala de Aula, entre outros. Em 2023, atuou como curador na Semana do Hip-Hop, realizada no Pq. Roosewelt. Bauru-SP, coordenando uma grande intervenção urbana que reuniu mais de 70 artistas. A ação resultou na pintura de mais de cinco quarteirões, consolidando o evento "Se essa rua fosse minha eu mandava grafitar" como uma das maiores ocupações artísticas coletivas da cidade naquele ano. Em 2024 idealizou o maior painel colaborativo do interior do estado de São Paulo contando com mais de 90 artistas em 2 dias de muita arte, "Sopão da 14" localizado nas costas do Pires Material de Construção.


João Risu, ilustrador e escritor de graffiti, nascido em 1998 na cidade de Indaiatuba/SP, tem uma produção diversa, que vai do digital ao muralismo, passando pela gravura. Seus principais temas de interesse estão ligados ao cotidiano das cidades, à cultura Hip Hop, a desenhos animados e a histórias em quadrinhos. Seu primeiro contato com o fazer artístico na adolescência foi através do desenho. Em 2012, participou de uma oficina de graffiti e passou a se interessar cada vez mais pela prática. Em 2016, ingressou no curso de Artes Visuais na UNESP Bauru, onde desenvolveu técnicas ligadas ao stencil, à serigrafia e à xilogravura. Em 2021, junto com dois amigos, Lúcio Nascimento e Mateus Faria, criou o grupo Sobrado Amarelo, coletivo de artes visuais com foco na produção gráfica a partir da gravura e da arte urbana. Em 2023, expandiu sua área de atuação, trabalhando como ilustrador em projetos publicitários, editoriais e do audiovisual.


Zé Otavio vive e trabalha em Olímpia/SP. Formado em Design Gráfico pela Belas Artes de São Paulo, Zé já trabalhou para clientes dentro e fora do Brasil como Festival Lollapalooza, SESC, Rosewood Hotels & resorts, Cunard Line, Folha de SP, Washington Post, Banco do Brasil, VOGUE, ELLE, dentre outras revistas femininas. Foi convidado a expor seu trabalho na Colômbia, Argentina, Inglaterra, Alemanha, Espanha, Polônia e China. Participou de catálogos de ilustração de uma das maiores editoras de arte do mundo a TASCHEN, inclusive sendo um dos quatro brasileiros a integrar a coletânea Illustration Now! Fashion com ilustradores de moda de todo o mundo. Em 2024 foi um dos participantes da exposição coletiva: “Pajubá: a hora e a vez do close” que marcou a reinauguração do Museu da Diversidade Sexual em São Paulo.


Sábado, 21 de março, das 16h
Entrada gratuita (sugere-se a doação, não obrigatória, de um quilo de alimentos não perecíveis a serem doados trimestralmente para instituição assistenciais locais).
Workshop
"Estratégias de pré-produção para artistas"
Com Marcelo Bressanin
O workshop, voltado para artistas em início ou afirmação de carreira, abordará temas como as melhores práticas para apresentação de artistas junto à instituições ou projetos culturais, elaboração de portfólios, descrições conceituais (pessoais e de trajetórias artísticas), redação de bios e súmulas curriculares, preparação de materiais de divulgação, entre outros temas.
Marcelo Bressanin atua como gestor e produtor cultural desde 2005. Ao longo de sua carreira profissional ocupou cargos de gestão em instituições como o SESC São Paulo, o Museu de Imagem e do Som de São Paulo - MIS e a Praça Victor Civita. Como produtor, foi contemplado com diversos editais de fomento à cultura, entre eles o ProAC do Gov. do Estado de São Paulo, as leis federais Paulo Gustavo e Aldir Blanc e o Programa de Estímulo à Cultura de Bauru - PEC. É doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Mídia e Tecnologia - PPGMiT na FAAC Unesp Bauru.


Edital Wynara 2026
Na abertura do espaço (23.10.2025) foi oficialmente lançada a primeira edição do Edital Wynara 2026, que selecionará dez artistas maiores de dezoito anos e residentes em Bauru, em qualquer estágio de carreira, para uma mostra coletiva a ser realizada em 2026.
As inscrições, gratuitas, permanecerão abertas de 24.10 até às 23h do dia 30.01.2026, no site wynara.com.br. Os resultados serão divulgados na página de inscrições no dia 08.03.2026.
A comissão de seleção do edital será composta por Paulo Pino (Diretor artístico do Espaço Cultural Wynara), Marcelo Bressanin (Produtor do Espaço Cultural Wynara) e pela Profa. Dra. Joedy Luciana Barros Marins Bamonte (FAAC Unesp - Bauru).
Clique AQUI para se inscrever!
